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    Home»Sem categoria»GDF terá de repassar recursos e dar mais autonomia a unidades de Saúde
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    GDF terá de repassar recursos e dar mais autonomia a unidades de Saúde

    20/03/2019Nenhum comentário4 Minutos de Leitura
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    Foto: Julia Bandeira/Metrópoles
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    Medida é inspirada no Programa de Descentralização Administrativa e Financeira (PDAF), da Educação, e foi promulgada pela Câmara Legislativa

    Os recursos destinados à saúde pública do Distrito Federal passarão a ser descentralizados. Em outras palavras, centros e postos de saúde, unidades de pronto atendimento (UPAs) e hospitais terão autonomia financeira para realizar compras emergenciais de insumos necessários para o atendimento à população. A medida foi publicada no Diário Oficial do Distrito Federal dessa terça-feira (19/3).

    O modelo é inspirado no Programa de Descentralização Administrativa e Financeira (PDAF), da Secretaria de Educação, que recebe frequentes críticas por atrasos nos repasses do governo. De autoria do Legislativo local, o projeto de emenda à Lei Orgânica (Pelo) com a novidade foi apresentado em agosto de 2015 e aprovado em dezembro de 2018.

    “A Câmara Legislativa [CLDF] está forçando o governo a regulamentar a destinação direta dos recursos para as unidades de saúde. Vamos mandar os recursos por meio de emendas parlamentares diretamente aos postos e hospitais, para pequenas obras e compra de produtos, equipamentos e medicamentos básicos. O que estamos fazendo é o PDAF da Saúde, sistema usado hoje com sucesso na Educação”, declarou o presidente da Câmara Legislativa, Rafael Prudente (PMDB).

    Segundo a Secretaria de Saúde, embora a lei tenha entrado em vigor nessa terça, o governo ainda “prepara o texto para regulamentar a nova modalidade de distribuição de recursos públicos”. O documento deve ser finalizado em até 15 dias, informa a pasta.

    O secretário de Fazenda, André Clemente, acredita que a iniciativa é oportuna, visto que cada comunidade tem características e necessidades específicas. “A execução da despesa de forma descentralizada, via de regra, coloca o gestor mais perto das necessidades sociais. É a sublimação do fim maior do Estado: ser meio para consecução das finalidades públicas, como saúde, educação e segurança”, disse.

    Regionalização
    Embora a Secretaria de Saúde ainda não trate de números, a ideia é que cada regional consiga ter a liberdade orçamentária proporcional à população atendida. Recentemente, o Governo do Distrito Federal (GDF) havia sinalizado o interesse em desburocratizar os repasses por meio da regionalização. Anualmente, a área recebe pelo Fundo Constitucional do DF o valor aproximado de R$ 3,3 bilhões.

    Atualmente, a Saúde está dividida em sete regiões (Centro-Sul, Centro-Norte, Oeste, Sudoeste, Norte, Leste e Sul). De acordo com o órgão, cada uma delas é representada por uma superintendência que trabalha de forma integrada e terá, gradativamente, “autonomia administrativo-financeira, ao longo do tempo, para a tomada de decisões”. Segundo defende, isso facilitará a gestão e dará transparência ao processo.

    “Com a regionalização, a manutenção e aquisição de equipamentos, até a troca de uma lâmpada queimada, por exemplo, passa a ser de responsabilidade de cada regional”, explica a secretaria. De acordo com a pasta, estão inseridas nesse processo as unidades de referência da capital: Hospital de Base, Hospital de Apoio e Hospital São Vicente de Paulo.

    Emenda
    De autoria de vários deputados distritais, o projeto de emenda à Lei Orgânica tramitou na Câmara Legislativa por três anos. Durante toda a movimentação interna, o Pelo recebeu ajustes até passar pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e ser aprovado, em dois turnos, por dois terços dos deputados em plenário.

    Como foi aprovado em dezembro de 2018, já no fim da legislatura, o texto aguardava a redação final para ser publicado no Diário da CLDF, fato que só ocorreu em março deste ano. Após a oficialização, emenda foi promulgada. De acordo com o Regimento Interno da Casa, é responsabilidade da Mesa Diretora a validação da lei, sem a necessidade de que haja a sanção do governador em exercício.

    Críticas ao PDAF
    Até fevereiro deste ano, as escolas não haviam recebido recursos do PDAF para garantir o mínimo de condições para o retorno das aulas. Os atrasos não são exclusividade da atual gestão. Em janeiro de 2018, no governo de Rodrigo Rollemberg, a demora para liberar a verba chegou a ameaçar o início do ano letivo. A parcela, no valor de R$ 29,7 milhões, deveria estar disponível em dezembro, mas atrasou em um mês.

    Os recursos são consignados na Lei Orçamentária Anual do DF. Os critérios para distribuição entre as escolas e coordenações são estabelecidos pela Secretaria de Educação, bem como os limites por categoria de despesa. A base é de R$ 55 por aluno, variando de acordo com as modalidades de ensino. O modelo deve ser seguido pelo novo formato adotado pela Saúde.

    Fonte: Portal Metrópoles

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